Os impostos de importação brasileiros que levaram a queixa da OMC

No entanto, uma vez que a DETRAN também lida com as inspeções regulares do veículo e com os pagamentos anuais de impostos rodoviários, você se encontrará mais cedo ou mais tarde no escritório mais próximo. Quando você vai lá pela primeira vez, fale com um falante de português para que você possa descobrir se eles têm funcionários de língua inglesa para ajudar os residentes estrangeiros.

O imposto rodoviário brasileiro é um imposto de propriedade do veículo a motor (IPVA ​​- imposto sobre propriedade de veículos automotores). O IPVA é devido anualmente e o valor é baseado em uma porcentagem do valor total do seu carro.

O departamento de tráfego estadual (DETRAN), onde você registrou o seu carro, envia-lhe uma carta no correio, lembrando-o de pagar e indicando o montante devido. O processo de pagamento é chamado licenciamento (licenciamento), e em alguns estados você pode pagar a taxa on-line.

Mudanças na lei do imposto

Incluído neste IPVA PR é o seguro obrigatório de terceiros. Isso cobre danos causados ​​ao seu carro e à sua pessoa por outros veículos e vice-versa. É aconselhável obter um seguro de cobertura total além do obrigatório, pois o risco de se envolver em um acidente é alto. Você também deve garantir seu carro contra roubo; não é incomum ter seu carro quebrado quando você estaciona nas ruas em cidades maiores.

Bruxelas acredita que as tarifas de importação são injustas e quebram as regras de comércio global.

O Brasil impõe um imposto de 30% sobre os veículos a motor importados, na medida em que busca construir uma indústria automobilística local.

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Os fabricantes de automóveis recebem isenções fiscais se eles investem lá, o que levou as empresas européias – incluindo BMW, Volkswagen e Jaguar Land Rover – a construir plantas no Brasil.

Um legislador alemão no Parlamento Europeu, Daniel Caspary, diz que as exportações de automóveis da UE para o Brasil caíram mais de 11% este ano em parte devido aos impostos.

O Brasil insistiu em “cumprir as regras do comércio internacional”.

As taxas de importação de 30% que também se aplicam a produtos que vão desde computadores a smartphones e semicondutores também irritaram o Japão, os Estados Unidos e outras grandes nações comerciais, que poderiam se juntar à disputa.

Bruxelas destacou que a disputa não deve ter influência nas delicadas negociações de comércio livre com o Mercosul, que reúne o Brasil, a Argentina, o Uruguai, o Paraguai e a Venezuela.

O Brasil seria um dos principais beneficiários desse acordo de comércio de longo alcance, mas sem um acordo, perderá seu acesso favorável à União Européia no próximo ano porque já não é considerado um país pobre em desenvolvimento, mas um meio de renda média alta.

Após 10 rodadas de conversações e várias reuniões em Genebra, sede da OMC, as duas partes não conseguiram resolver a longa disputa sobre os impostos de importação. https://www.facebook.com/carrosd0brasil/posts/2008701236026244

“A proteção da indústria doméstica brasileira vem à custa dos bens importados da Europa e isso é inaceitável”, disse um funcionário da UE próximo das discussões. “Tivemos muitas reuniões bilaterais, mas o Brasil não tomou medidas concretas”.